quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Faltam reagentes para exame de carga viral em pacientes com AIDS


 
Secretarias estaduais de Saúde devem priorizar testes em gestantes e crianças de até 4 anos
O Globo
O Ministério da Saúde decidiu limitar os exames de carga viral em pessoas com AIDS por causa da falta de reagentes usados no teste que checa a quantidade do vírus HIV no sangue e acompanha a eficácia do tratamento.
O baixo estoque de reagentes é resultado da paralisação de uma licitação feita pelo ministério para comprar testes mais modernos e rápidos. O processo foi contestado várias vezes por empresas participantes.
Em nota técnica, o ministério orienta as secretarias estaduais de Saúde a dar prioridade aos testes em gestantes e crianças de até 4 anos infectadas. De acordo com o diretor do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, AIDS e Hepatites Virais, o infectologista Dirceu Greco, os dois grupos são considerados prioritários porque a carga viral interfere no parto e no tratamento precoce das crianças.
No caso dos pacientes em tratamento, com carga viral estável ou com exame marcado, a recomendação é colher e congelar as amostras de sangue para que sejam testadas quando o fornecimento estiver normalizado. A previsão de Greco é que os exames atrasem em um ou dois meses. Segundo ele, isso não deve atrapalhar o tratamento, mas é um transtorno para os pacientes.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL NA SAÚDE


 

CHAMADA DE SELEÇÃO

2º SEMESTRE DE 2011

A Comissão Coordenadora do Curso de Atualização em Participação e Controle Social na Saúde, na modalidade de educação a distância, da Universidade Federal de Minas Gerais, faz saber:

1. Vagas e Público Alvo:

1.1 Estão abertas 600 (seiscentas) vagas para a segunda turma do Curso de Atualização em Participação e Controle Social na Saúde, aceitas em ordem de inscrição.

1.2 O Curso é destinado a membros dos conselhos de política locais, regionais, municipais, estaduais e nacionais de saúde; técnicos e gestores governamentais envolvidos com políticas da saúde e membros de organizações da sociedade civil com experiência participativa e/ou profissional na política de saúde, dos três níveis da Federação – municipal, estadual e nacional.

1.3 Caso não sejam preenchidas as 600 vagas, as remanescentes serão disponibilizadas para membros de outros conselhos de políticas nacionais, estaduais e municipais de políticas inter-relacionadas com a saúde.

2. Inscrições:

2.1 As inscrições serão feitas exclusivamente via Internet.

2.2 Para fazer a inscrição preliminar o candidato deve:

a) Acessar a ficha de inscrição disponível no site: www.ufmg.br/conselheirossaude, no menu Inscrições;

b) Preencher todos os campos da ficha de inscrição disponível online;

c) Antes de enviar a ficha de inscrição, imprimir uma cópia para sua certificação;

d) Após a impressão, clicar em enviar para concluir a inscrição preliminar;

2.2.1 A confirmação da inscrição preliminar será enviada para o e-mail informado. ATENÇÃO: favor apresentar e-mail pessoal.

2.3 Para fazer a inscrição definitiva, o candidato deve enviar em cópia eletrônica (arquivo PDF) para o e-mail: e_prodep@fafich.ufmg.br, o seguinte documento:

a) Carta de apresentação redigida e assinada pelo responsável do Conselho, órgão governamental ou organização da sociedade civil ao qual está vinculado, declarando o envolvimento atual do candidato com a política de saúde e/ou afins.

2.3.1 A confirmação da inscrição definitiva será enviada para o e-mail informado.

2.4 Somente serão considerados inscritos os candidatos que realizarem a Inscrição Preliminar e a Inscrição Definitiva. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS Departamento de Ciência Política Curso de Atualização em Participação e Controle Social na Saúde Av. Antônio Carlos, 6627 - Cidade Universitária – Pampulha – Belo Horizonte/MG Telefone: (31) 3499-3551 – e-mail: e_prodep@fafich.ufmg.br

3. Período de inscrição:

3.1 As inscrições estarão abertas no período de 1º a 12 agosto de 2011.

4. Resultados:

4.1 O resultado será homologado pela Comissão Coordenadora do Curso e será divulgado no dia 16/08/2011, às 17h, no site http://www.ufmg.br/conselheirossaude e na Secretaria do curso.

4.2 Os candidatos poderão apresentar recurso à Comissão Coordenadora do Curso de Atualização no prazo de 7 (sete) dias após a divulgação do resultado.

5. Observações importantes:

5.1 Será necessária habilidade mínima com os programas de computador Word para produção de textos e navegadores da internet (Internet Explorer, Mozilla, Google Chrome, etc.) para acesso na Plataforma do Curso.

5.2 Somente serão aceitos os pedidos de inscrição que atendam às exigências desta chamada e apresentem documentação completa (Inscrição Preliminar e Inscrição Definitiva).

5.3 O curso terá início imediato, portanto, os inscritos devem avaliar sua disponibilidade para se dedicar às atividades propostas. O curso é de 100h/a e terá duração de 3 meses.

5.4 Os alunos que participaram da primeira turma e concluíram o Curso de Atualização em Participação e Controle Social na Saúde não devem se inscrever nesta segunda turma, por se tratar de oferta com o mesmo conteúdo.

5.5 Informações adicionais podem ser obtidas no site do Curso: www.ufmg.br/conselheirossaude e na Secretaria, através do endereço eletrônico: e_prodep@fafich.ufmg.br ou pelo telefone (31) 3499-3551, de 2ª a 6ª feira, no horário das 09:00h às 12:00h e das 14:00h às 16:00h, exceto feriados.

Belo Horizonte, 26 de julho de 2011.

Prof. Leonardo Avritzer

Coordenador do Curso de Atualização em Participação e Controle Social na Saúde

DCP – FAFICH – UFMG

sexta-feira, 29 de julho de 2011




DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA AS HEPATITES VIRAIS

A identificação das Hepatites Virais é uma importante questão de saúde pública que exige mobilização, capacitação e constante troca de informações. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de um terço da população global foi infectada pela Hepatite. A doença é a inflamação do fígado e pode ser causada por vírus, uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas. Embora a maioria dos portadores de hepatite não saiba que tem a doença, eles são capazes de transmiti-la, por isso a importância da prevenção e diagnóstico.
Segundo Soraia Zardini, referência técnica do Programa Estadual de Prevenção e Controle das Hepatites Virais da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG), no Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B, C e D. “As hepatites virais B e C são doenças silenciosas, e seus sintomas podem demorar décadas para aparecer”, afirma. 
Francisco de Souza, referência técnica da SES/MG em doenças complexas, explica que “de 5% a 10% dos casos de hepatite B evolui para a cronicidade e podem apresentar, ao longo dos anos, cirrose hepática e câncer de fígado. Já a Hepatite C, 80% dos casos podem se tornar crônicos e desses, 20% podem evoluir para a cirrose, podendo ainda evoluir para câncer hepático de 1% a 5% dos casos”. Para Francisco, o diagnóstico e o tratamento precoces podem impedir a evolução para as formas graves da doença, por isso é importante fazer o teste que mostra se você tem infamação do fígado (prova de função hepática), ou em casos de risco detectado nas consultas médicas, exame específico para o vírus B, e para o vírus C. O teste para a prova de função hepática está disponível no Sistema Único de Saúde- SUS, afirma”.
A evolução das hepatites varia conforme o tipo de vírus. Os vírus A e E apresentam apenas formas agudas de hepatite (não apresentando potencial para formas crônicas). Isto quer dizer que, após uma hepatite A ou E, o indivíduo pode se recuperar completamente, eliminando o vírus de seu organismo.
As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, ou seja, cada ocorrência deve ser notificada por um profissional de saúde. Esse registro é importante para mapear os casos de hepatites no país e ajuda a traçar diretrizes de políticas públicas no setor.

Transmissão

Hepatite A- Sua transmissão é fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus.
Hepatite B- Como o vírus está presente no sangue, no esperma e no leite materno, a hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível. Entre as causas de transmissão estão:
• por relações sexuais sem camisinha com uma pessoa infectada,
• da mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou amamentação,
• ao compartilhar material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos), de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou de confecção de tatuagem e colocação de piercings,
• por transfusão de sangue contaminado.
Hepatite C- O vírus C, assim como o vírus causador da hepatite B, está presente no sangue. Entre as causas de transmissão estão:
• Transfusão de sangue;
• Compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de  piercings;
• Da mãe infectada para o filho durante a gravidez;
• Sexo sem camisinha com uma pessoa infectada (forma mais rara de infecção).
Hepatite D- A hepatite D, também chamada de Delta, é causada pelo vírus D (VHD). Mas esse vírus depende da presença do vírus do tipo B para infectar uma pessoa, portanto sua transmissão ocorre da mesma forma. 
Hepatite E- Sua transmissão é fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus.

Sintomas

Em grande parte dos casos, as hepatites virais são doenças silenciosas, o que reforça a necessidade de ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam os vários tipos de hepatites. Mas, quando os sintomas aparecem, estes podem ser:
. Febre;
. Fraqueza;
. Mal-estar;
. Dor abdominal;
. Enjoo/náuseas;
. Vômitos;
. Perda de apetite;
. Urina escura (cor de café);
. Icterícia (olhos e pele amarelados);
. Fezes esbranquiçadas (como massa de vidraceiro).

Imunização

Atualmente, o Ministério da Saúde oferece vacina contra a hepatite dos tipos A e B, nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) e nos postos de saúde, respectivamente. Não existe vacina contra a hepatite C, o que reforça a necessidade de um controle adequado da cadeia de transmissão, bem como entre grupos vulneráveis, por meio de políticas de redução de danos.
Vacina contra a hepatite A- A vacina contra a hepatite A não faz parte do calendário nacional de vacinação. O encaminhamento, quando indicado, deverá ser feito pelo médico. No entanto, essa vacina está disponível no CRIE nas seguintes situações:
. hepatopatias crônicas de qualquer etiologia;
. portadores crônicos do HBV e HCV;
. coagulopatias;
. crianças menores de 13 anos com HIV/aids;
. adultos com HIV/aids que sejam portadores dos vírus causadores da hepatites dos tipos B ou C;
. doenças de depósito;
. fibrose cística;
. trissomias;
. imunodepressão terapêutica ou por doença imunodepressora;
. candidatos a transplante de órgão sólido, cadastrados em programas de transplantes;
. transplantados de órgão sólido ou de medula óssea;
. doadores de órgão sólido ou de medula óssea, cadastrados em programas de transplantes;
. hemoglobinopatias.
Vacina contra a hepatite B- A vacina contra a hepatite B faz parte do calendário de vacinação da criança, e do adolescente de até 24 anos, e está disponível nas salas de vacina do Sistema Único de Saúde (SUS). Todo recém-nascido deve receber a primeira dose da vacina logo após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida. Se a gestante tiver hepatite B, o recém-nascido deverá receber, além da vacina, a imunoglobulina contra a hepatite B, nas primeiras 12 horas de vida, para evitar a transmissão de mãe para filho. Caso não tenha sido possível iniciar o esquema vacinal na unidade neonatal, recomenda-se a vacinação na primeira visita à unidade pública de saúde.
A oferta dessa vacina estende-se também a outros grupos em situações de maior vulnerabilidade, independentemente da faixa etária:
. gestantes, após o primeiro trimestre de gestação;
. trabalhadores da saúde;
. bombeiros, policiais militares, policiais civis e policiais rodoviários;
. carcereiros, de delegacia e de penitenciárias;
. coletadores de lixo hospitalar e domiciliar;
. comunicantes sexuais de pessoas portadoras do vírus causador da hepatite B;
. doadores de sangue;
. homens e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo;
. lésbicas, gays, bisexuais, travestis e transexuais;
. pessoas reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, forças armadas, entre outras);
. manicures, pedicures e podólogos;
. populações de assentamentos e acampamentos;
. populações indígenas;
. potenciais receptores de múltiplas transfusões de sangue ou politransfundidos;
. profissionais do sexo/prostitutas;
. usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas;
. portadores de doenças sexualmente transmissíveis (DST);
. caminhoneiros.

Novo protocolo

Das várias hepatites virais conhecidas hoje, as hepatites causadas pelos vírus B e C da hepatite, são as mais preocupantes para o serviço público de saúde, tanto pela sua prevalência, morbidade, mortalidade e letalidade, como nos casos fulminantes de hepatite B e custos que impõem ao SUS.
Para melhorar o atendimento e a qualidade de vida dos portadores de hepatite C, o Ministério da Saúde, por meio do
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, realiza uma série de modificações nas diretrizes terapêuticas para tratamento da doença pelo SUS (Sistema Único de Saúde). O novo Protocolo para o Tratamento da Hepatite C proporciona, dentre outros benefícios, a ampliação do uso de interferon peguilado e facilita o acesso ao tratamento em alguns casos que não necessitarão de biópsia prévia. As mudanças passaram a valer a partir do dia 18 de julho.
Na prática, a medida permite mais agilidade para indicar o prolongamento de tratamento. O texto anterior, publicado em 2007, garantia a extensão do uso do interferon desde que houvesse aprovação do Comitê Estadual de Hepatites Virais. Agora, o médico que acompanha o paciente já pode prescrever a continuidade do tratamento, de acordo com os critérios estabelecidos no documento.
No Brasil, há 11.882 pessoas em tratamento e a ampliação do uso do interferon peguilado para portadores de outros genótipos do vírus da hepatite C beneficiará pelo menos outros 500 pacientes ainda neste ano. A formulação trará mais conforto e comodidade a estes pacientes, pois esta é utilizada apenas uma vez por semana – no caso do interferon convencional, são três doses a cada semana.
Agência Minas, acesse aqui as notícias do Governo de Minas. Acompanhe também no http://www.youtube.com/agenciaminasgerais

domingo, 17 de julho de 2011

Encontro Estadual de ONG/AIDS de Minas Gerais

Nos dias 14 e 15 de julho, na cidade de Barbacena, aconteceu o Encontro Estadual de ONG/AIDS de Minas Gerais/2011.
O presidente do Fórum Mineiro de Assistência aos Portadores do HIV/AIDS aproveitou o evento para oficilizar o início das ações de ampliação à assistência aos portadores do HIV/AIDS no Estado de Minas Gerais.
A documentação de legalização do Fórum Mineiro de Assistência foi entregue à Coordenadora Estadual de DST/AIDS e, suas filiadadas comunicou publicamente o deslisgamento do Fórum de ONG/AIDS de Minas Gerais, dando assim, o início de uma nova proposta de trabalho em defesas dos portadores do HIV/AIDS  e de luta para melhorias nas políticas públicas de saúde voltadas para o controle da epidemia.


segunda-feira, 11 de julho de 2011

LEGALIZAÇÃO DO FÓRUM MINEIRO DE ASSISTÊNCIA - AIDS

O Fórum Mineiro de Assistência aos Portadores do HIV/AIDS já está legalizado no Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca de Além Paraíba.

Registro nº 7292
Folhas nº 092
Livro "A" nº 064
Protocolo nº 17.886

domingo, 10 de julho de 2011

google-site-verification: googled3140c59df92145f.html

domingo, 3 de julho de 2011

FÓRUM MINEIRO DE ASSISTÊNCIA - AIDS

No dia 05 de julho de 2011 realizou-se na sede do GEDAE, em Juiz de Fora, a reunião de fundação, aprovação do estatuto, regimento interno, eleição e posse da diretoria, gestão 2011/2014.
As ONG fundadoras são:
  • Grupo GEDAE (Juiz de Fora);
  • GRAPPA (Montes Claros);
  • HI-VITA (São João Del Rei);
  • ACP-Sempre Viva (Belo Horizonte);
  • Grupo Voluntário Solidariedaids (Três Corações);
  • Grupo CRESCER (Além Paraíba);
  • Grupo VHIVER (Belo Horizonte);
  • Casa Viva (Juiz de Fora);
  • RNP+ (Uberlândia);
  • Grupo CASA (Juiz de Fora);
  • CAIA (Juiz de Fora)